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Quinta com Agroturismo Vinho e Azeite Trás os Mont...

3.500.000€



Referência

MT 00177

Natureza

Venda

Tipo de Imóvel

Quinta

Tipologia

T6 ou Superior

Estado

Semi-Novo

Certificado energético

B-


Distrito

Bragança

Concelho

Torre de moncorvo

Freguesia

Torre de Moncorvo


Área Útil

25000 m2

Área de Terreno

250000 m2

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Quinta urbana localizada em Torre de Moncorvo (200km de distância do Porto) com 21ha.
Situada no Douro Superior, inserida na Serra do Reborêdo e sobranceira à Vila de Torre de Moncorvo.
Com uma espectacular vista panorâmica desde o Vale da Vilariça até à Serra de Bornes.
Desenhada por socalcos que definem a zona agrícola e a zona florestal, tem uma área de aproximadamente 45 ha, sendo a actividade agrícola dominante a viticultura, seguida da olivicultura.
Outrora apoio à exploração agrícola existem quatro casas recuperadas em 1990 e renovadas em 2009, estão distribuídas pela propriedade e constituem o núcleo dedicado ao Agro Turismo,
completado pelo campo de ténis e pela piscina.
O nome atribuído a cada casa provém da origem ou função a que se destinava no passado.
A sequência das casas em ascendência já que a quinta está situada numa encosta, inicia-se na Casa Branca, Casa da Serra, Pombal e por última a Casa do Retiro.
Na cimo da Quinta encontra-se uma pequena capela, construída em honra de Santa Teresa D’Avila que remonta ao século XVIII, assim como uma fonte da mesma época.
No espaço envolvente existe uma densa zona florestal, com árvores centenárias: castanheiros,
pinheiros, medronheiros, zimbros, sobreiros e camélias.
Entre a zona florestal e a zona agrícola situa-se o jardim de estilo romântico, original desse período e caracterizado pelo lago e pela pérgula, assim como pela vegetação seleccionada e enquadrada
paisagísticamente.
A propriedade tem oito pontos de nascente, estando activos cinco que abastecem a agricultura e o turismo. De uma dessas nascentes é aproveitada a àgua para a charca que se situa junto à
Fonte de Santa Teresa, com capacidade para 141.000 m3; parte da água de outros pontos é armazenada em dois depósitos de 20.000 m3 e de 10.000 m3 .
A área mineira do concelho estende-se por quase 4700 hectares, representando uma das maiores jazidas da Europa, localizada nas uniões de freguesias de Felgar e Souto da Velha, Felgueiras e Maçores, Mós, Carviçais, Larinho, Torre de Moncorvo e Açoreira. Em fase de licenciamento para a exploração de ferro pela empresa MTI - Ferro de Moncorvo.
A aridez do clima do Douro Superior é suavizada em Moncorvo pelo efeito da altitude, que, nas vinhas, varia entre 400 e 470 metros.
Só por este efeito a temperatura média baixa cerca de 1,8ºC entre o Pocinho (135 metros) e a Quinta. A vinha beneficia desta maior altitude relativa das suas vinhas, embora afirmando-se sempre pela vitivinicultura de montanha em clima quente que caracteriza a Região Demarcada do
Douro. A exposição dominante das vinhas é ao Norte, embora sejam varridas diariamente pelo Sol do Nascente ao Poente.
Nas suas características próprias, o clima avaliado pela última média disponível de 30 anos é um caso sério de viticultura em clima quente, sendo 19,8ºC a temperatura média no período de crescimento das videiras, entre 1 de Abril e 31 de Outubro. O estudo dos dados meteorológicos enquadra-a no clima mediterrânico característico da Região vinhateira do Douro, embora a distinga por um Índice de Aridez mais extremado, próprio do Douro Superior e maior que o
característico das sub-regiões do Baixo e do Cima-Corgo. O índice de aridez calculado é 3,0, traduzindo um clima francamente semi-árido (ver nota no final). A precipitação média anual (506 mm) é característica do Douro Superior, notando que 3/5 dessa precipitação caem nos meses de repouso vegetativo das videiras. Julho e Agosto são os meses mais quentes do ano: 24,3 e 24,4ºC, respectivamente.
Os Dias Grau de Crescimento (DGC) na vinha em “patamares”, que reservamos para os terrenos com declive superior a 35.A condução das videiras é outra das chaves mestras da qualidade dos nossos vinhos.Com esse fim, aramamos as videiras de maneira a construir uma sebe em que o posicionamento vertical dos pâmpanos se faz entre arames pareados, colocados entre 60 cm (altura do tronco das videiras) e 140 cm acima do solo, e permitindo sebes até 170 cm de altura. As videiras são formadas e podadas no típico cordão de Royat. Hoje, a sustentabilidade da nossa viticultura mede-se, desde logo, pelo controlo das doenças e das pragas da vinha, sendo notório o pouco uso de pesticidas, quer porque os sabemos escolher e utilizar, quer, sobretudo, porque tiramos proveito do nosso clima que limita a violência dessas doenças e pragas. Um bom exemplo, é o controlo do Oídio, uma doença endémica da vinha no Douro, particularmente violenta nas videiras de Tinta Roriz.

Vistas:Panorâmicas, Campo
Zona:Auto-estrada, Junto à cidade

Este imóvel não tem áreas definidas.

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Sim